Prána significa bioenergia; ayáma, expansão,
largura, intensidade, elevação. Pránáyáma
designa as técnicas, quase sempre respiratórias, que conduzem
à intensificação ou expansão do prána
no organismo.
Prána é o nome genérico pelo qual o Yôga designa
qualquer tipo de energia manifestada biologicamente. Em princípio,
prána é energia de origem solar, mas podendo manifestar-se
após a metabolização, ou seja, indiretamente. O prána,
genérico, divide-se em cinco pránas, que são: prána,
apána, udána, samána e vyána. Estes subdividem-se
em vários subpránas.
O prána é visível. Num dia de sol, faça pránáyáma
e fixe o olhar no vazio azul do céu. Aguarde. Assim que o aparato
da visão se acomodar você começará a enxergar
miríades de minúsculos pontos brilhantes incrivelmente dinâmicos,
que cintilam descrevendo rápidos movimentos circulares e sinuosos.
Ao executar suas técnicas respiratórias, mentalize que está
absorvendo essa imagem de energia.
A respiração yôgi deve ser sempre nasal, silenciosa
e completa, salvo instrução em contrário. As fases
da respiração têm os seguintes nomes:
Inspiração - púraka.
Retenção com ar - kúmbhaka.
Expiração - rêchaka.
Retenção sem ar - shúnyaka.
Exemplo: Bhastriká - respiração do sopro
rápido.
1. Inspirar e expirar bem rápido e forte pelas duas narinas,
produzindo um ruído alto como o de um fole.
2. O ritmo ideal é o de inspirar e expirar em apenas um segundo
(para os dois movimentos).
3. Os novatos executarão mais lentamente para não perder
o ritmo. Os mais adiantados farão mais rápido, mais forte
e utilizando a respiração completa. Enquanto isso não
for possível, tente a abdominal.